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curiosdades
segunda-feira, 20 de julho de 2015
sábado, 15 de novembro de 2014
Quatro pessoas são presas com 102 kg de cocaína em São Luiz do Purunã
Uma operação conjunta entre as polícias Militar e Federal prendeu quatro pessoas com 102 kg de cocaína na BR-277, em São Luiz do Purunã, no leste do Paraná, na manhã deste sábado (15). A droga foi avaliada em R$ 2 milhões pela polícia. Uma denúncia anônima informou aos policiais que quatro veículos transportavam a droga pela rodovia.
Segundo o delegado da Polícia Federal Wagner Mesquita, a droga foi carregada em Foz do Iguaçu, no oeste do estado, e seria entregue em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. "Levantamos informações por meio das denúncias anônimas e conseguimos localizar esses quatro veículos", diz. De acordo com a Polícia Militar (PM), os carros foram parados no posto de pedágio de São Luiz do Purunã, e o entorpecente estava no fundo falso de um dos automóveis. Os presos foram levados para o 11° Distrito Policial de Curitiba.
Entenda a operação Lava Jato
14/04/2014 19h04 - Atualizado em 15/11/2014 20h09
Entenda a operação Lava Jato
Investigação apura esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Grupo sob suspeita tem ligações com políticos e ex-dirigente da Petrobras.
Do G1, em Brasília
O que é
Deflagrada em 17 de março pela Polícia Federal (PF), a operação Lava Jato desmontou um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que, segundo as autoridades policiais, movimentou cerca de R$ 10 bilhões. De acordo com a PF, as investigações identificaram um grupo brasileiro especializado no mercado clandestino de câmbio.
Deflagrada em 17 de março pela Polícia Federal (PF), a operação Lava Jato desmontou um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que, segundo as autoridades policiais, movimentou cerca de R$ 10 bilhões. De acordo com a PF, as investigações identificaram um grupo brasileiro especializado no mercado clandestino de câmbio.
A Petrobras está no centro das investigações da operação, que apontou dirigentes da estatal envolvidos no pagamento de propina a políticos e executivos de empresas que firmaram contratos com a petroleira.
Entre os delitos cometidos por supostos "clientes" do esquema de movimentação ilegal de dinheiro estão tráfico internacional de drogas, corrupção de agentes públicos, sonegação fiscal, evasão de divisas, extração, contrabando de pedras preciosas e desvios de recursos públicos.
Onde
A Lava Jato expediu mandados de prisão e de busca e apreensão em Curitiba (PR) e outras 16 cidades paranaenses, só na primeira fase da operação, em março. Os agentes federais também cumpriram ordens judiciais em outras seis unidades da federação: São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Mato Grosso. Na etapa de novembro da operação, houve mandados de prisão, busca e apreensão e ações coercitivas no Paraná, em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, em Pernambuco e no Distrito Federal.
A Lava Jato expediu mandados de prisão e de busca e apreensão em Curitiba (PR) e outras 16 cidades paranaenses, só na primeira fase da operação, em março. Os agentes federais também cumpriram ordens judiciais em outras seis unidades da federação: São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Mato Grosso. Na etapa de novembro da operação, houve mandados de prisão, busca e apreensão e ações coercitivas no Paraná, em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, em Pernambuco e no Distrito Federal.
Presos
A operação Lava Jato já levou à prisão do doleiro Alberto Youssef, que foi apontado como chefe do esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Também foi preso, na etapa inicial da operação, o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. Ele é investigado devido à compra, pela estatal, da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), sob suspeita de superfaturamento.
Em novembro, quase oito meses a pós a deflagração da operação, mais de 20 pessoas foram presas, incluindo o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque. A maior parte dos presos nesta etapa da Lava Jato são executivos de empreiteiras que possuem contratos firmados com a Petrobras.
Na lista dos que já foram presos em outras etapas da operação também estão, por exemplo, pessoas que seriam subordinadas a Alberto Youssef, responsáveis por gerenciar o dinheiro do doleiro.
A operação Lava Jato já levou à prisão do doleiro Alberto Youssef, que foi apontado como chefe do esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Também foi preso, na etapa inicial da operação, o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. Ele é investigado devido à compra, pela estatal, da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), sob suspeita de superfaturamento.
Em novembro, quase oito meses a pós a deflagração da operação, mais de 20 pessoas foram presas, incluindo o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque. A maior parte dos presos nesta etapa da Lava Jato são executivos de empreiteiras que possuem contratos firmados com a Petrobras.
Na lista dos que já foram presos em outras etapas da operação também estão, por exemplo, pessoas que seriam subordinadas a Alberto Youssef, responsáveis por gerenciar o dinheiro do doleiro.
Petrobras
As investigações da PF revelaram uma suposta ligação entre o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa com o esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Yousseff. Costa admitiu à polícia que recebeu um carro de luxo avaliado em R$ 250 mil do doleiro, mas alegou que o veículo foi dado em pagamento por um serviço de consultoria. Costa disse que já estava aposentado da Petrobras à época do recebimento do carro. No entanto, ele reconheceu que conhecia Youssef do período em que ainda estava na estatal brasileira. Costa foi preso em 20 de março enquanto destruia documentos que podem servir como provas no inquérito.
As investigações da PF revelaram uma suposta ligação entre o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa com o esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Yousseff. Costa admitiu à polícia que recebeu um carro de luxo avaliado em R$ 250 mil do doleiro, mas alegou que o veículo foi dado em pagamento por um serviço de consultoria. Costa disse que já estava aposentado da Petrobras à época do recebimento do carro. No entanto, ele reconheceu que conhecia Youssef do período em que ainda estava na estatal brasileira. Costa foi preso em 20 de março enquanto destruia documentos que podem servir como provas no inquérito.
Em outubro, ao prestar depoimentos à Justiça Federal, Costa revelou o esquema de pagamento de propina na Petrobras que, segundo ele, era cobrada de fornecedores da estatal e direcionada para atender a PT, PMDB e PP. Os recursos teriam sido usados na campanha eleitoral de 2010. Os partidos negam. Segundo Costa, as diretorias comandadas pelos três partidos recolhiam propinas de 3% de todos os contratos.
Segundo o ex-diretor, a operação teve início em 2006, quando, segundo ele, se formou um cartel entre grandes empreiteiras para prestação de serviços à Petrobras e para obras de infraestrutura, como a construção de hidrelétricas e aeroportos. Em outubro, Costa teve acordo de delação premiada homologado pela Justiça, o que pode contribuir para a redução de sua pena em caso de condenação.
O mesmo tipo de acordo está sendo negociado por Aberto Youssef, que tem prestado depoimentos à Justiça federal e dado informações sobre quem participava do esquema dentro de partidos.
Costa Global
Documentos obtidos pela PF apontam que Costa pode ter recebido depósitos milionários do doleiro na conta de uma de suas empresas, a Costa Global. Um dos papéis, uma planilha de valores, seria uma contabilidade manual da empresa do ex-dirigente da estatal do petróleo. A planilha detalha valores em reais, dólares e euros recebidos entre novembro de 2012 e março de 2013.
Reportagem veiculada no programa Fantástico, em 13 de abril, mostrou o conteúdo de uma dasplanilhas da Costa Global apreendidas pela PF. Os documentos mostram que o ex-diretor mantinha um controle detalhado de todas operações que ele intermediava entre a Petrobras, empreiteiras e fornecedores. Numa das planilhas obtidas pelo Fantástico, aparece ao lado do nome das empresas a porcentagem que o ex-diretor da Petrobras receberia caso conseguisse contratos para elas. Em muitos casos, a comissão é de 50%.
Documentos obtidos pela PF apontam que Costa pode ter recebido depósitos milionários do doleiro na conta de uma de suas empresas, a Costa Global. Um dos papéis, uma planilha de valores, seria uma contabilidade manual da empresa do ex-dirigente da estatal do petróleo. A planilha detalha valores em reais, dólares e euros recebidos entre novembro de 2012 e março de 2013.
Reportagem veiculada no programa Fantástico, em 13 de abril, mostrou o conteúdo de uma dasplanilhas da Costa Global apreendidas pela PF. Os documentos mostram que o ex-diretor mantinha um controle detalhado de todas operações que ele intermediava entre a Petrobras, empreiteiras e fornecedores. Numa das planilhas obtidas pelo Fantástico, aparece ao lado do nome das empresas a porcentagem que o ex-diretor da Petrobras receberia caso conseguisse contratos para elas. Em muitos casos, a comissão é de 50%.
Deputados envolvidos com Youssef
A apuração da PF também trouxe à tona indícios de ligação entre Alberto Youssef e o deputado federal André Vargas (sem partido-PR). Conforme investigações da PF, os dois atuaram juntos para fechar um contrato milionário entre uma empresa de fachada e o Ministério da Saúde. Além disso, o parlamentar do Paraná reconheceu que, em janeiro, viajou para João Pessoa (PB) em um jatinho emprestado pelo doleiro.
A apuração da PF também trouxe à tona indícios de ligação entre Alberto Youssef e o deputado federal André Vargas (sem partido-PR). Conforme investigações da PF, os dois atuaram juntos para fechar um contrato milionário entre uma empresa de fachada e o Ministério da Saúde. Além disso, o parlamentar do Paraná reconheceu que, em janeiro, viajou para João Pessoa (PB) em um jatinho emprestado pelo doleiro.
Vargas alegou que conhece Youssef há mais de duas décadas e que não há irregularidades na sua relação com o doleiro preso pela operação Lava Jato. Pressionado pelo próprio partido em razão das denúncias, Vargas renunciou ao cargo de vice-presidente da Câmara e se desfiliou do PT. Ele também se tornou alvo de processo por quebra de decoro no Conselho de Ética da Câmara, que aprovou parecer que pede sua cassação. A perda do mandato de Vargas ainda precisa ser analisada pelo plenário da Câmara.
O deputado Luiz Argôlo (SD-BA) também se tornou alvo das investigações da PF devido à relação com Alberto Youssef. Foram analisadas 1.411 mensagens de celular entre os dois, de setembro do ano passado a março deste ano. Segundo a PF, a linha usada pertence à Câmara dos Deputados.
No relatório, a PF conclui: "os indícios apontam que o deputado tratava-se de um cliente dos serviços prestados por Youssef, por vezes repassando dinheiro de origem aparentemente ilícita, intermediando contatos em empresas, recebendo pagamentos, inclusive tendo suas atividades operacionais financiadas pelo doleiro".
Em outubro, o Conselho de Ética da Câmara aprovou parecer que pede a cassação do mandato de Argôlo por considerar ter havido “tráfico de influência, prática de negócios e pagamentos ilícitos”. O parlamentar nega as acuações. O relatório ainda precisa ser votado pelo plenário da Câmara.
15/11/2014 15h42 - Atualizado em 15/11/2014 18h11 Advogados dizem não ter tido acesso a presos na nova fase da Lava Jato
15/11/2014 15h42 - Atualizado em 15/11/2014 18h11
Advogados dizem não ter tido acesso a presos na nova fase da Lava Jato
Sétima etapa da operação, deflagrada nesta sexta (14), levou 20 à prisão.
Advogados estiveram na Superintendência da PF em Curitiba.
Filipe MatosoDo G1, em Curitiba
Advogados de presos na sétima fase da Operação Lava Jato reclamaram neste sábado (15) da falta de acesso aos clientes, detidos na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR). Dois advogados que foram ao local onde estão os presos falaram com a imprensa nesta tarde e afirmaram ter entrado com pedidos junto à Justiça do Paraná.
A sétima fase da Operação Lava Jato – que investiga um esquema de lavagem e desvio de dinheiro estimado em R$ 10 bilhões –, deflagrada na sexta (14), teve como foco executivos e funcionários de nove grandes empreiteiras, que apenas com a Petrobras têm contratos que somam R$ 59 bilhões. Parte destes contratos está sob avaliação da Receita Federal, do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal. Ao todo, foram expedidos 85 mandados em cidades do Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Distrito Federal. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal do Paraná, responsável pelas investigações.
O advogado Juliano Breda, que representa presos ligados à OAS, afirmou ter pedido à Justiça do Paraná acesso a seus clientes. “[A defesa] requereu judicialmente no plantão que todos os advogados possam ter acesso aos seus clientes, que é um direito fundamental tanto de cidadãos como do próprio advgoado de ter acesso pessoal e reservado com cada cliente”, afirmou Breda.
De acordo com o advogado Alberto Toron (veja vídeo acima), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Paraná entrou com mandado de segurança para que os responsáveis pelas defesas possam ter acesso aos clientes – ele, porém, não quis dizer quem representa no processo.
“Isso é o mínimo do mínimo, você ter acesso ao seu cliente preso. Nós não conseguimos [falar com os clientes], estamos aqui desde a parte da manhã e não conseguimos. Isso gera uma insegurança muito grande, além de representar uma flagrante ilegalidade em relação ao que dispõe o estatuto do advogado”, afirmou Toron.
Durante a tarde, vários advogados estiveram na Superintendência da PF em Curitiba. Alguns deles pediam para falar com os clientes e, outros, traziam alimentos. O G1 tentou contato com a assessoria da Polícia Federal no Paraná, mas não obteve retorno.
Depoimentos
Os presos da sétima fase da Operação Lava Jato começam a prestar depoimento neste sábado na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba. Um avião, com 16 suspeitos, deixou o Rio de Janeiro e chegou à capital paranaense por volta das 4h20. Além destes, também prestarão informações quatro investigados que se entregaram voluntariamente à polícia na noite de sexta-feira (14). Todos são ligados ao alto escalão de empreiteiras que possuem contratos com a Petrobras.
Os presos da sétima fase da Operação Lava Jato começam a prestar depoimento neste sábado na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba. Um avião, com 16 suspeitos, deixou o Rio de Janeiro e chegou à capital paranaense por volta das 4h20. Além destes, também prestarão informações quatro investigados que se entregaram voluntariamente à polícia na noite de sexta-feira (14). Todos são ligados ao alto escalão de empreiteiras que possuem contratos com a Petrobras.
De acordo com a Polícia Federal, até o início da tarde deste sábado 21 pessoas haviam sido presas na operação. Mais cedo, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, havia dito que eram 19 os presos.
Os quatro investigados que se entregaram diretamente na superintendência da Polícia Federal em Curitiba são Valdir Lima Carreiro, da Iesa, Sérgio Cunha Mendes, da Mendes Júnior, Newton Prado Jr, da Engevix, José Aldemário Pinheiro Filho, da OAS. Assim como os demais, eles estão detidos.
#Fonte G1.com.br
Texto que alertava para seis dias de escuridão na Terra é falso; Cristãos associaram ao Apocalipse
Uma tempestade solar que deixaria a Terra por seis dias na escuridão em dezembro deste ano foi “noticiada” por um site norte-americano e se tornou viral nas redes sociais, com o aditivo de que os dias de completa falta de luz seriam o cumprimento de passagens bíblicas.
Instantaneamente, diversos internautas passaram a compartilhar o texto, e outros sites de notícia também o fizeram, associando-o ao recente fenômeno das luas de sangue.
O texto do Huzlers afirma que a “Nasa confirmou que a Terra irá passar por uma experiência de seis dias na mais completa escuridão e isso acontecerá entre os dias 16 (terça-feira) e 22 (segunda-feira) de dezembro”.
Alguns cristãos se apressaram em compartilhar o texto, acrescentando as passagens bíblicas de Mateus 24:29-34; Lucas 21:25-26; 1 Tessalonicenses 5:1-11; 2 Tessalonicenses 1:6-9 e Apocalipse 12:1-18, onde são mencionados dias de escuridão na Terra.
No entanto, o site e-Farsas desmascarou a notícia falsa, chamada de “hoax”, ressaltando que no site da Agência Espacial Norte-Americana (NASA) não havia qualquer menção à possível tempestade solar que causaria escuridão no planeta. Dada a magnitude do evento, seria de importância primária a divulgação de medidas cautelares por parte das autoridades.
Outros pontos que caracterizam a notícia como falsa são inconsistências no texto, que num primeiro momento fala em seis dias de escuridão, e mais à frente, volta a mencionar o período sem a luz solar e diz que o tempo será de 216 horas, o que resultaria em 9 dias.
SEUS DEDOS JA FICARAM ASSIM? DESCUBRA O REAL MOTIVO DELES FICARAM DESSE JEITO
Acho que todo mundo ja notou essa aparência nos dedos que os mais velhos dizes que isso acontece porque ficou muito tempo em contato com a água, mais isso não passa de mais um mito. A verdade é que isso é um mecanismo do nosso próprio corpo para melhorar a aderência da pele em locais úmidos e é induzido pelos impulsos nervosos e não pela absorvição de água.
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